Zé Roberto e Renan concordam com adiamento da Olimpíada

Os técnicos José Roberto Guimarães e Renan Dal Zotto, respectivamente, das seleções feminina e masculina de vôlei, concordaram com a decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) e das autoridades japonesas de adiar os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 para 2021. A resolução foi anunciada nesta terça-feira (24) e ocorre em função da pandemia de coronavírus que afeta o Brasil e o mundo. Além dos treinadores, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), por intermédio do diretor executivo Radamés Lattari, também aprovou a deliberação.

“Acredito que a decisão tomada pelo Comitê Olímpico Internacional foi a melhor possível. Diante da pandemia do coronavírus que toma conta do mundo inteiro, o momento pede que as pessoas permaneçam em casa, seguindo as recomendações das autoridades da saúde. Estamos acompanhando o que está acontecendo e temos pensado em alternativas para a temporada, mas ainda é tudo muito recente. Precisamos aguardar o que vai acontecer no Brasil e no mundo. Todos precisam se cuidar e ficar em casa”, afirmou Zé Roberto.

Renan aprova o discurso de seu companheiro de seleção e destaca que a saúde está em primeiro lugar.

“Estamos monitorando tudo que vem acontecendo no Brasil e no mundo e tomando as decisões dia após dia. A determinação pelo adiamento foi correta. A questão da saúde está acima de todas. Isso é absolutamente indiscutível. Além disso, para nós, o planejamento e o treinamento sempre foram a base tudo, seria muito difícil chegar para uma edição do maior campeonato do calendário sem que fosse na melhor circunstância. Agora é preciso ter serenidade para planejar e seguir adiante assim que tudo isso passar”, disse o comandante.

CBV prioriza integridade de seus profissionais

A Confederação Brasileira de Vôlei está de acordo com o parecer da entidade máxima do esporte olímpico mundial. De acordo com o diretor executivo da CBV, Radamés Lattari, a resolução foi acertada e a instituição tem como prioridade garantir a integridade de seus profissionais.

“A CBV tem como primeira preocupação a integridade e saúde dos atletas, comissões técnicas e todos os profissionais envolvidos em uma edição de Jogos. Apoiamos integralmente a decisão do COI e esperamos pelas novas definições para saber sobre a Liga das Nações. Assim que for permitido pelas autoridades, vamos ver qual vai ser o melhor caminho a seguir e refazer nossa programação”, declarou o dirigente.

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