Conexão 91 – Destaques 29/11/19

Black Friday = A Black Friday já começou, e marca a 10ª edição da data de descontos no Brasil. A expectativa do comércio é que o evento movimente as vendas, com projeções de desempenho 4% melhor que o do ano passado. Consumidores formam filas em shopping desde ontem em Manaus. Empresa de meio de pagamentos tem sala de guerra para enfrentar a Black Friday.

Despedidas de Gugu Liberato = O velório de Gugu Liberato, começou na manhã de ontem na Assembleia Legislativa de São Paulo. Após a cerimônia, o corpo do apresentador seguiu cortejo e foi enterrado no jazigo da família no Cemitério Gethsêmani do Morumbi, na Zona Sul. Parentes e amigos participaram da cerimônia na Alesp. Entre as celebridades que prestaram homenagens à Gugu estavam Sabrina Sato, Luiza Ambiel, Luciano da dupla com Zezé, Roberta Miranda, Renata Banhara, Tom Cavalcante, Rodrigo Faro, Celso Portiolli, Simony, Mara Maravilha, Luciana Gimenez. Família de Gugu Liberato deixou a Assembleia de São Paulo sob aplausos após 11 horas em velório. Fãs cantaram ‘Pintinho Amarelinho’ debaixo de chuva no adeus a Gugu Liberato em SP.

13º salário = Hoje é o último dia para que as empresas paguem aos seus funcionários o adiantamento da primeira parcela do 13º salário. O prazo estabelecido em lei é até o dia 30 de novembro, mas como cai em um sábado, o empregador deve antecipar o pagamento para o último dia útil do mês. A segunda parcela, por sua vez, precisa ser depositada na conta dos trabalhadores até o dia 20 de dezembro. Mas quem pediu adiantamento do 13º nas férias não recebe a primeira parcela agora, apenas a segunda.

Saques do FGTS = A Caixa Econômica Federal libera saques de até R$ 500 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para não correntistas do banco nascidos em agosto. Trata-se do quinto lote de não correntistas. Os sete lotes pagarão cerca de R$ 25 bilhões para 62,5 milhões de trabalhadores.

Desemprego = O IBGE divulga hoje a taxa de desemprego de outubro. No trimestre encerrado em setembro, o índice no Brasil ficou em 11,8%, com 12,5 milhões de desempregados.

Caso Marielle Franco = A Polícia Civil do Rio vai retomar as investigações sobre o patrimônio de Ronnie Lessa, policial militar reformado acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, após STF liberar envio de dados sigilosos da Receita a investigadores. A informação é da diretora do Departamento Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro, delegada Patrícia Alemany.

Lençóis Maranhenses = Do tamanho da cidade de São Paulo, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é o “deserto” brasileiro. Com enormes dunas para todos os lados, guarda, como oásis, lagoas de água doce, formadas pelas chuvas e os lençóis freáticos. Santo Amaro é o “lado B” do parque, com clima de interior e acessos fáceis às lagoas. Em Barreirinhas, duna de 40 metros recompensa com água doce e transparente.

G1 visitou = Acervo de clássicos da Volkswagen tem última Kombi feita no Brasil e projeto de “mini Gol”. Montadora abriu garagem em fábrica do ABC Paulista pela primeira vez em 60 anos, exibindo coleção de cerca de 100 carros.

Shawn Mendes = Shawn Mendes volta ao Brasil para três shows. Ele começa turnê hoje em São Paulo, e também passará pelo Rio de Janeiro. Após tocar no Rock in Rio 2017, Mendes volta ao país com sucessos e fãs eufóricos.

As carnes devem continuar com preços altos por mais alguns meses, até a oferta de animais para o abate, principalmente bovinos, voltar a crescer — o que deve acontecer entre janeiro e fevereiro, dizem especialistas. Desde outubro, o brasileiro viu os valores dispararem. Em São Paulo, o quilo da carne bovina atingiu a média histórica de R$ 16,12 na última quarta-feira (27), de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP (Cepea). Frango, porco e até os ovos também encareceram. Veja 5 pontos para entender o cenário:

1. a China aumentou muito a compra de carnes brasileiras, principalmente a bovina, por causa de uma doença que matou milhões de porcos na Ásia;

2. o preço da arroba do boi gordo disparou, em um movimento que junta uma recuperação esperada pelo mercado e a especulação por causa da alta nas exportações;

3. a oferta de bezerros não está acompanhando a demanda dos produtores e da indústria, e o preço deles também aumentou;

4. com a carne mais cara, a procura por frango, porco e ovos subiu, e o preço dessas proteínas também;

5. mesmo com aumento da venda para fora, os frigoríficos descartam risco de desabastecimento no país.

Não foi a procura nos açougues brasileiros que fez o preço da carne disparar. Foi a “fome” dos estrangeiros, especialmente chineses, que, segundo frigoríficos, pagam até 15% a mais pela carne. Entre setembro e outubro as exportações para China (+110%), Rússia (+694%) e Emirados Árabes (+175%) cresceram muito na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a associação que representa os frigoríficos (Abrafrigo). O Brasil é o primeiro maior produtor de carne bovina e o principal exportador mundial. Em segundo, vem a Austrália, que enfrenta uma grave seca e, consequentemente, teve sua produção de gado afetada. Depois vêm os Estados Unidos, que travam uma guerra comercial com a China, principal consumidora de proteínas animais do planeta. Além da tensão com os EUA, os chineses também enfrentam a escassez da principal carne consumida no país, a de porco, por conta de um surto de peste suína africana. A doença matou mais de 7,5 milhões de animais em toda Ásia neste ano. Para dar conta da demanda de bilhões de pessoas, o governo chinês foi em busca de todos os tipos de carne – todos mesmo, inclusive carne de jumento – e encontrou no Brasil um fornecedor importante. As compras de carne bovina brasileira pela China dispararam de junho para frente. A procura por frango e porco também subiu. Para aumentar as vendas, os chineses habilitaram diversos frigoríficos brasileiros no ano. Atualmente 102 indústrias brasileiras estão autorizadas a vender para China, 16 de carne suína, e 48 de carne de frango, 37 de carne bovina e 1 de carne de asinino (jumento). Outro fator que não pode ser deixado de lado quando se trata de exportação é o dólar, que deixa as vendas para o exterior mais atrativas. Desde o fim de outubro, a cotação da moeda americana vem subindo com força, batendo recorde atrás de recorde.

FONTE G1 – FERREIRA JUNIOR – CONEXÃO 91

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